Além dos próprios pacientes, os parentes que os acompanham também são assistidos
 
A imagem de um paciente que tinha sofrido um AVC recebendo a visita de seu passarinho de estimação no Hospital Cooperar, em Vilhena, ilustra parte de um projeto implantado desde o ano passado na unidade de saúde da rede privada na cidade.
 
Responsável pela ação que humaniza o atendimento, a psicóloga Rivânia Cássia Ribeiro, que já foi secretária municipal de Saúde em Colorado do Oeste, explica que o trabalho leva em conta o perfil de cada paciente, mas ressalva que as sessões de música e passeios ao ar livre são destinadas principalmente a quem está na UTI ou ficará por um tempo maior no hospital.
 
A psicóloga revela que o trabalho, que inclui permitir que os pacientes fiquem na área externa do Cooperar, de onde podem observar animais em uma propriedade vizinha, tem dado bons resultados. Em média, essas atividades duram entre 20 minutos e meia hora (ASSISTA O PRIMEIRO VÍDEO).
 


“Eles voltam para seus quartos revigorados, com muito mais ânimo para buscar sua recuperação. É um ‘gás’ a mais para quem precisa de um incentivo para enfrentar diferentes tipos de enfermidade”, argumenta a profissional de saúde.
 
Além dos próprios pacientes, os parentes que os acompanham também são assistidos. E alguns até participam das práticas, como a jovem que aparece tocando violino para animar uma mulher internada: ela é filha de um homem que estava na UTI e que gostava de suas músicas. Como voluntária, ela usa seu dom para ajudar a curar (VEJA SEGUNDA GRAVAÇÃO).