Instituição foi contactada pelo site, mas não se manifestou
 
Quando se inicia a temporada da seca e os focos de incêndio passam a ser mais frequentes, todos sofrem, pois além da baixa humidade do ar, a poeira, junto com a fumaça e a fuligem, complica a situação, ainda mais para quem já possui problemas respiratórios.
 
Porém, o caso do proprietário de um motel de Vilhena é ainda pior, devido sua empresa estar situada na divisa de uma área da Aeronáutica, que segundo fotos e vídeos enviados ao FOLHA DO SUL ON LINE, é alvo de queimadas por três anos consecutivos sem que nenhuma providência seja tomada.
 
Como mostram as imagens, a área, que também faz divisa com o aeroporto municipal, é toda coberta por capim, que nesse período do ano, acaba sendo um combustível perfeito e a fumaça lançada no ar e a fuligem invadem os comércios e residências, tornando a situação insustentável.
 
De acordo com o comerciante que registrou as imagens, sua revolta é por falta de providências por parte da Aeronáutica, que deveria realizar a limpeza da área para evitar as queimadas, que muito tem prejudicado os moradores, porém, este já é o terceiro ano em que a situação se repete.
 
Diante da queixa do empresário, que apresentou imagens registradas por ele mesmo nos últimos três anos, a reportagem do site procurou o comando da Aeronáutica, que alegou que tais informações só poderiam ser repassadas através da assessoria de imprensa do órgão, fornecendo e-mail e telefones para contato.
 
Porém, além de não ter os e-mails respondidos, a reportagem tentou contato por telefone inúmeras vezes durante quase um mês, mas sempre ficou com a promessa de que alguém responsável retornaria a ligação, situação que não aconteceu.
 
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