A guarnição constatou a existência de duas caixas contendo pescado das espécies tucunaré e piau
 
Na noite de ontem, um casal de comerciantes e o filho deles foram presos em Vilhena, acusados de crime ambiental, por estarem transportando uma quantidade de peixes maior do que é permitido pela legislação ambiental.
 
A abordagem aos suspeitos, identificados através de denúncia anônima, foi feita nas proximidades do clube de tiro instalado na saída da cidade para Porto Velho. O grupo estaria vindo do lugar conhecido como “Alagado”, que fica entre Vilhena e Pimenta Bueno, e atrai milhares de pescadores (CONHEÇA AQUI).
 
Ao abordar a Toyota SW4, que tinha um barco de alumínio engatado na traseira, os policiais do Batalhão Ambiental da Polícia Militar e do PATAMO, encontraram os peixes que estariam sendo transportados para serem vendidos em Vilhena. Durante a fiscalização da embarcação transportada, a guarnição constatou a existência de duas caixas contendo pescado das espécies tucunaré e piau.
 
Em uma caixa térmica, foram encontrados diversos peixes já processados em forma de filés, o que indica preparação para comercialização, enquanto em uma outra caixa de isopor, foram localizados 9 peixes inteiros. Diante da situação, todo o material e os suspeitos foram levados para o Batalhão Ambiental.
 
Embora o motorista tenha argumentado que a quantidade de pescado estaria dentro dos limites legais permitidos, a pesagem do material apreendido totalizou 48 quilos, acima do limite máximo estabelecido pela lei ambiental.
 
Em seguida, os conduzidos foram encaminhados, juntamente com todo o material apreendido, à Unidade Integrada de Segurança Pública (UNISP), onde foram apresentados à autoridade policial civil de plantão para a lavratura do registro de ocorrência e adoção das providências legais pertinentes.