O vereador Wanderlei Graebin (PSC) esteve na manhã de ontem na redação do www.folhadosulonline.com.br para esclarecer o episódio descrito pelo site, também ontem, envolvendo sua mãe, falecida há um mês na Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) inaugurada em setembro no Hospital Regional.
O parlamentar explicou que, ao contrário do que teria sido denunciado por dois médicos da cidade, os exames cardiológicos feitos em sua mãe, um dia após a morte, não teve como objetivo prejudicar o ex-coordenador da unidade, o cardiologista Luís Carlos Hassegawa. Wanderlei diz que o procedimento realizado teve como único objetivo acalmar suas irmãs, que não se conformavam com o falecimento.
Graebin esclarece que, ainda abaladas pela morte da mãe, suas irmãs perceberam que o corpo dela ainda estava quente. “Não havia dúvidas quanto à morte, mas para acalmá-las, pedi que fosse feito um exame rápido. Os médicos atenderam ao meu pedido somente para tranqüilizar meus familiares”, diz o vereador. Ao negar que os outros médicos estivessem tentando prejudicar Hassegawa, Graebin lembrou que ele mesmo chegou a elogiar o trabalho do cardiologista, que durante quase 20 anos atendeu sua mãe.
A MATRIARCA – Gaúcha de Carazinho, Norma Graebin tinha 80 anos (2 a mais do que a idade veiculada na postagem anterior) quando morreu, vítima pneumonia. Conhecida pela militância política, a idosa chegou em Vilhena no ano de 1.974. Elegeu o filho Nadir Ereno Graebin, o “Careca” para o primeiro mandato na Câmara em 82. O parlamentar faleceu em 1.995, quando exercia seu terceiro mandato. Na eleição seguinte, em 1.996, “Dona Norma” foi para as ruas com os filhos e elegeu o caçula, Wanderlei, que hoje está na quarta legislatura.