Homens do Corpo de Bombeiros e agentes do programa Prevefogo trabalharam durante várias horas hoje, para conter um incêndio numa área localizada no final dom Setor 17 e que faz divisa com o loteamento Moisés de Freitas.
A causa do incêndio é desconhecida. O fato é que o tempo quente, a vegetação seca e o vento contribuíram para que as chamas se alastrassem rapidamente.
Duas frentes foram formadas: enquanto os Bombeiros atacavam o fogo em um ponto, com a ajuda do caminhão com bomba d’água e depois agindo com os abafadores, em outro setor, os homens do Prevefogo combatiam as chamas com abafadores e bombas de água portáteis.
A reportagem do FOLHA DO SUL ON LINE acompanhou por algum tempo o trabalho de combate ao fogo junto com os agentes do Prevefogo. A temperatura ambiente somada ao calor provocado pelas labaredas, transformou o local numa imensa fornalha a céu aberto. A fumaça densa dificultava a respiração e desorientava.
A reportagem ficou no local apenas por algum tempo e pode perceber como é difícil o trabalho dos agentes do Prevefogo e do Corpo de Bombeiros, que atuam para controlar incêndios que, em muitos casos, tiveram início de maneira criminosa.
O incidente daquela área no final do Setor 17, segundo um dos combatentes, era o quarto no qual eles trabalhavam somente hoje. Quando a reportagem esteve no local, por volta das 15h00, eles ainda não haviam almoçado, porque não houve tempo.
Todos os anos neste período, são veiculadas em jornais, revistas, rádios, TVs e internet, peças publicitárias pedindo para que a população evite queimadas. Mas, o que se vê é o aumento deste tipo de ato. Basta dar uma volta pela cidade, não somente na periferia, no centro e em bairros nobres também, para que seja flagradas pessoas queimando os galhos da árvore que foi podada, a grama que foi aparada e, por vezes, até mesmo lixo doméstico.