Nos próximos dias, as queimadas vão voltar, com seu terrível coquetel de fumaça, fuligem e poeira em alta temperatura no ar, como todo ano.
Labaredas vão destruir de pastos e lavouras, animais silvestres e criações vão queimar até a morte, encurralados pelas chamas, linhas de transmissão de energia vão tremer e, principalmente, muita gente vai cair doente, com crises de asma, bronquite e falta de ar.
Se a natureza não vai trazer novidades, as autoridades encarregadas de combater este flagelo – Bombeiros, Defesa Civil, Ibama, Sedam, Secretaria Executiva Regional – também não.
Tal como no ano passado, não existe ação articulada, planejada com antecedência, envolvendo estes ou quaisquer outros órgãos federais, estaduais e municipais para tentar reduzir as internações hospitalares, as perdas materiais e o mal-estar generalizado que irá tomar conta da comunidade.
Saiba mais sobre o que aguarda a população na primeira matéria de uma série de matérias exclusivas do repórter especial Carlos Macena na edição impressa da FOLHA DO SUL que circula neste sábado.