Muito se falou e especulou sobre as andorinhas que, paradas em plena migração do Norte, tinham estacionado em Vilhena, graças ao clima hospitaleiro da cidade e ao ambiente das árvores perto da BR-364, até que a prefeitura realizou a poda das árvores que serviam de abrigo aos animais.

Mesmo assim, o problema continua: as andorinhas apenas trocaram de lado e agora pernoitam no arvoredo mais próximo. Saíram de frente à Diságua e agora estão em frente à Rondobrás. As reclamações da sujeira e do mau cheiro para quem trabalhava de frente deram lugar agora às queixas de quem trabalha sob as árvores, os chapas e motoristas que esperam frete. 

O odor de excremento é tão forte que pode ser sentido por quem trafega na Major Amarante. Todos os dias, ao pôr-do-sol, as aves fazem revoada e algumas acabam morrendo em colisões com carros. Resta saber se a prefeitura vai podar também as árvores ou se está próxima a partida das andorinhas.