Fiscais da Semma e da Sedam já visitaram vários locais
Dez dias atrás, o FOLHA DO SUL ON LINE revelou os incômodos causados em Vilhena pelo intenso mau cheiro que chegava a vários bairros da cidade. O forte odor levou vários internautas a se queixarem publicamente da situação que, aliás, é corriqueira todos os anos. Lembre aqui.
Ontem, a “catinga” voltou a provocar transtornos. Leitores do FOLHA DO SUL ON LINE especularam sobre as causas do problema, e novamente cobraram ações dos órgãos ambientais.
O site procurou a assessoria de Comunicação da prefeitura de Vilhena, e a Pasta informou que, desde o primeiro episódio, uma ação conjunta entre a Secretaria Municipal de Meio Ambiente e a Sedam tenta descobrir de onde parte a “fedentina” que irrita tanta gente.
Segundo as informações passadas ao site, os fiscais do município e do Estado já visitaram granjas, frigorífico, abatedouros, criações em geral (porcos e galinhas) e confinamentos de gado. Até agora, o disseminador do mau cheiro ainda não foi localizado.
As ações também se estenderam a plantações que usam esterco, mas não há pistas concretas sobre a origem do problema. A Semcom dá uma explicação que considera relevante, até para evitar o pânico: o cheiro forte não significa contaminação. Assim, mesmo que o odor incomode, não significa que há risco de transmissão de doenças.
Neste caso, assim que for verificada a procedência do problema, técnicos dos dois órgão ambientais darão sugestões para melhorar os sistemas de filtragem e minimizar a situação.
Autor:
Da redação
Fonte:
Folha do Sul
Publicado em 04 de Setembro de 2019, às 12:51