Edival Groberio Lima, 24 anos, casado, motorista da Friron, morador da rua 1709, nº 1933, Jardim Primavera, passou um dia e meio na cidade de Rio preto do Oeste e, ao retornar para Vilhena, no final da semana retrasada, logo começou a sentir os sintomas da Dengue: dores nas articulações e febre de 38 graus . Na segunda feira, 25/01/10, foi internado no Hospital Regional, e realizou exame num laboratório particular da cidade: a análise não foi conclusiva e o motorista continuou internado tomando medicamentos e recebendo a hidratação. Mais um exame foi feito em outro laboratório particular e o resultado revelou que o número de plaquetas do paciente havia baixado, o que seria um indicativo de contaminação.
A reportagem do www.folhadosulonline.com.br esteve no HR e o paciente disse que nem foi pra lugares de matagal ou alagadiço, mas segundo ele, ficou sabendo que na cidade Jaru (próxima a Ouro Preto) Haveria pessoas morrendo por dengue hemorrágica. Com o resultado mais baixo das plaquetas médicos intensificaram o tratamento clinico de Edival. Ainda hoje deverá ser divulgado um novo resultado de exames feitos em outro laboratório. Caso o resultado seja um número menor de plaquetas, o motorista deverá ser internado na UTI.
Os médicos disseram ao site que, com diferenças de um laboratório para outro a quantidade normal de plaquetas deveria ficar entre 150.000 a 400.000 por campo. Como o total de Edival chegou a ficar em 25.000, ele poderia sofrer hemorragia em virtude da falta de coagulação do sangue.
A equipe médica do HR se mantém atenta a mais esta suspeita de dengue hemorrágica e aconselha as pessoas que visitem a região central do Estado a tomarem precaução com a doença, que está se tornando endêmica naquela região. O quadro do paciente pode ser revertido, mas é crucial para ele que a reação ocorra nas próximas horas. No seu caso, porém, a situação lhe favorece, já que a desidratação e a demora no atendimento é que agravam a moléstia.