O relatório lista todos esses estabelecimentos, que foram vistoriados a partir de denúncias feitas por moradores
Em um extenso relatório, produzido a pedido do Ministério Público, que recebeu várias denúncias sobre o problema, que atinge vários bairros de Vilhena, técnicos da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Ambiental (SEDAM) apontaram prováveis causas do mau cheiro que há meses incomoda a população local.
Por várias vezes, a “fedentina” foi denunciada pelo FOLHA DO SUL ON LINE, que em uma de suas reportagens sobre o tema, apontou uma empresa do ramo de “graxaria” que ajudava a “empestear” a cidade. Mas ela não é a única envolvida no que o próprio MP classifica como “poluição atmosférica” (ENTENDA AQUI).
O material ao qual o site teve acesso revela que os fiscais da SEDAM visitaram vários possíveis focos da catinga, incluindo frigoríficos, granjas e confinamentos bovinos. O relatório lista todos esses estabelecimentos, que foram vistoriados a partir de denúncias feitas por moradores.
No documento, alguns dos vilhenenses atingidos pelo mau cheiro classificam a situação como “insuportável”, já que em determinadas épocas do ano, eles sequer conseguem abrir as portas e janelas de suas casas.
Apesar de apontar suspeitas em diversos estabelecimentos, os técnicos da SEDAM não são conclusivos quanto à responsabilidade de nenhum, mas sugere que um dos confinamentos de gado instalados nos arredores da cidade seria o causador do incômodo.
Diz um trecho do documento: “Quanto ao mau cheiro que atinge a cidade em determinadas épocas, não é possível afirmar se o mesmo advém de algum desses empreendimentos verificados, porém pelos fatos verificados “in loco” e pelas narrativas que as reclamações do mau cheiro atingem a cidade durante a noite nos levam a suspeita que a atividade de confinamento de bovinos tem maior probabilidade de ser o motivo do problema aqui descrito”.
CLIQUE AQUI e leia o relatório na íntegra:
Autor:
Da redação
Fonte:
Folha do Sul
Publicado em 06 de Novembro de 2025, às 09:17