Os 192 lotes já colocados à venda às margens do igarapé Pires de Sá, a menos de dois quilômetros dos olhos d´água que formam suas nascentes, trazem à tona uma constatação: o loteamento será um vetor de expansão econômica com um novo, e considerável, risco ambiental embutido.

 

Seu êxito irá traduzir, ou não, o espírito que deverá presidir as próximas décadas: o de encontrar formas de conciliar o inevitável crescimento da cidade, que deve chegar a 2020 com cerca de 100.000 habitantes, e a obrigação de fixar salvaguardas institucionais para seu patrimônio hídrico e paisagístico, e ao memso garantir um padrão razoável de sanidade urbana para sua população.

 

É desta discussão que a FOLHA convida você a participar, a partir de matéria exclusiva sobre o tema, de autoria do repórter especial Carlos Macena, que está na edição impressa que circula neste sábado.