Local onde muitas pessoas ainda ganham a vida em condições degradantes, o lixão de Vilhena é uma bomba-relógio ambiental prestes a explodir nos arredores da cidade. Vizinhos do enorme monturo a céu aberto, de onde famílias extraem até os alimentos que consomem, temem que, com a chegada do período de estiagem, a situação se agrave, pois a queima, durante toda a seca, que vai de maio até novembro, de parte dos detritos, produz fumaça tóxica.
“Daqui pra frente até quem não tem problema respiratório passa mal, ainda mais quando o vento vira. Crianças e até idosos sofrem com a fumaça que desce rasgando, é ardida. Quando queimam pneus fica aquele ar escurecido”, reclama uma moradora próxima do lixão, que preferiu ter a identidade preservada.
Entenda o problema em matéria especial, assinada pela repórter Suzane Schmitka, publicada na edição impressa da FOLHA DO SUL, em circulação a partir de amanhã.
Autor:
Da redação
Fonte:
FS
Publicado em 31 de Maio de 2013, às 09:21