Nenhum órgão ambiental preparou-se para reduzir os estragos causados à população e à economia pelas queimadas no Cone Sul em 2010. O escritório regional da Sedam no Cone Sul não tem pessoal, equipamentos nem disposição para o duro serviço.
Só o que existe na repartição é um grupo de educação ambiental. No Ibama, a situação é pior: como a competência para fiscalizar foi repassada à Sedam em 2006, o órgão passou a ter apenas “competência completiva”. Se a Sedam não fizer a prevenção e o combate, o Ibama tem que fazer.
Nenhum dos dois o fez: em, julho, quando os focos se alastravam, apenas um auto de infração foi lavrado pelo Ibama, como informa Edvar Sozete, chefe do escritório local. Ele não tem sequer o controle dos incêndios de maio, junho e julho
Saiba mais na edição impressa da FOLHA DO SUL que circula neste sábado.