Desde o verão passado, quando as fortes chuvas castigaram as encostas da Avenida Marechal Rondon, que pontos de erosão começaram a surgir no trecho que fica próximo à nascente do igarapé Pires de Sá, bem em frente à Cerâmica do Candinho.
Como as chuvas se intensificaram desde o início deste dezembro, e o poder público não havia tomado providência que sanasse os desgastes causados pelas enxurradas naquela área, a erosão aumentou e tomou conta do local.
A razão é simples. O bueiro de escoamento instalado debaixo da avenida não suporta o volume de água que escorre naquele ponto. A água passa por cima da avenida, formando uma cachoeira que destrói a encosta em razão da força com que a cai do outro lado da via.
A erosão às margens da avenida já tem cerca de 10 metros de comprimento por três de largura e dois de profundidade. Parte do meio-fio da avenida já foi tragada pelo buraco.
Existem mais dois pontos de desbarrancamento menores próximos à erosão principal. Ambos também já atingiram o meio-fio da avenida.
Para piorar, caçambas de entulhos foram jogadas no buraco.