A comitiva formada por sete profissionais da sede do Grupo em São Paulo desembarcou na cidade para avaliar a situação
A tensão em torno de uma possível paralisação dos médicos do Hospital Regional de Vilhena foi contornada após uma série de reuniões realizadas ontem, que envolveram representantes da categoria, dirigentes nacionais do Grupo Chavantes e o secretário municipal de Saúde, Wagner Borges.
A comitiva formada por sete profissionais da sede do Grupo em São Paulo desembarcou na cidade para avaliar a situação, depois que alguns médicos divulgaram um documento cobrando pagamentos em atraso e ameaçando restringir atendimentos, exceto os de urgência e emergência (ENTENDA AQUI).
Ao longo de três encontros, os médicos expuseram os motivos que os levaram a emitir a nota e cobraram uma posição definitiva sobre os repasses. O secretário Wagner Borges reconheceu pendências financeiras que vinham desgastando a relação com os profissionais e comprometendo a imagem institucional.
Os representantes do Grupo Chavantes, por sua vez, garantiram que a visita da equipe nacional tinha como objetivo dar suporte e buscar soluções concretas para evitar qualquer paralisação.
Problemas de comunicação interna foram apontados, mas o rumo das negociações mudou quando houve clareza na identificação do impasse: a necessidade de repasses integrais para que o Grupo pudesse retomar a normalidade, mesmo diante do impacto da falta de recursos para cumprir todos os compromissos contratuais.
Ficou acordado que equipes técnicas de contabilidade do Grupo Chavantes e da Secretaria Municipal de Saúde realizarão, já na próxima semana, um levantamento minucioso das pendências. Segundo o secretário, os valores efetivamente apurados como débitos serão imediatamente pagos pelo município.
Após as reuniões, dirigentes do Grupo e o secretário se reuniram a portas fechadas para consolidar o acordo e definir prazos para execução das medidas. Em vídeo divulgado posteriormente, Wagner Borges reafirmou o trabalho de excelência da Santa Casa, lembrou que a instituição foi responsável por tirar Vilhena do caos na saúde e destacou que, mesmo com os desgastes provocados pela falta de repasses, a aprovação popular da gestão chega a 92%.
O secretário concluiu reforçando que os serviços devem permanecer sob os cuidados da Santa Casa, que segue como referência em saúde em Rondônia e no Brasil (CLIQUE ABAIXO e assista o vídeo).
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Autor:
Assessoria
Fonte:
Imagens: Divulgação
Publicado em 26 de Abril de 2026, às 06:20