Mais de 150 residências da Avenida Pires de Sá, localizada às margens do rio Pires de Sá, na zona urbana de Vilhena, foram visitadas, no sábado, 27, por agentes ambientais, membros do projeto “Educação Ambiental para um futuro melhor”, patrocinado pelo Banco da Amazônia e Governo Federal.
Quinze agentes ambientais estiveram nas casas cujo rio Pires de Sá corta seus quintais dando informações sobre como conviver pacificamente com o igarapé, minimizando os danos ao meio ambiente. Na oportunidade foram entregues panfletos e uma cartilha que orienta os cuidados básicos com o rio e com a saúde dos próprios moradores.
A cartilha também traz um histórico do passado do Pires de Sá em tempos em que suas águas não eram poluídas e serviam para refrescar banhistas. Os agentes ambientais também recolheram informações sobre o número de moradores por residência onde será produzido um relatório com a quantidade correta de pessoas que vivem às margens do rio no município.
Após as visitas, foi realizado um pit-stop no semáforo da Avenida Major Amarante com a Marques Henrique, no Centro de Vilhena onde também foram distribuídos panfletos e cartilhas. A próxima ação do projeto será a realização de duas palestras, seguidas de oficinas, com alunos das escolas Machado de Assis e Marechal Rondon no mês de setembro.
LEGALIZAÇÃO - As residências da avenida 1° de Maio são consideradas irregulares pela Prefeitura Municipal de Vilhena, já que não atendem a distância mínima dos lares com o leito do rio. O projeto que visa tornar válidos os terrenos ainda não foi assinado pela Secretaria Municipal de Terras, uma vez que o serviço de topografia já foi feito há cerca de três anos.