Antonio Borges Afonso embarcou em avião hoje, em São Paulo
Na tarde desta quarta-feira, 24, o proprietário da fazenda Nossa Senhora Aparecida, localizada em Chupinguaia, que teve seu retiro reduzido a cinzas por posseiros na noite de ontem, falou por telefone com a reportagem do FOLHA DO SUL ON LINE e afirmou que está a caminho de Vilhena para tratar dos assuntos judiciais envolvendo sua propriedade, inclusive, da prisão de um de seus funcionários (ENTENDA AQUI).
Antonio Borges Afonso, que reside em São Paulo, negou que tivesse contratado policias militares para trabalhar como jagunços na fazenda e que todas as vezes que a PM foi em sua propriedade, se deu de forma legal e que todas foram devidamente registradas, já possuindo mais de 20 boletins de ocorrência.
O fazendeiro afirmou ainda que o pedido de reintegração de posse de sua fazenda foi instaurado em setembro de 2020 e, até o momento, o Ministério Público não tomou nenhuma providência, porém, na hora de prender seu funcionário, que segundo ele não fazia nada além de cumprir seu dever, o fizeram.
“Ao invés da justiça tirar as pessoas que invadiram minha fazenda, foram e prenderam trabalhadores inocentes, deixando os vagabundos que destruíram tudo soltos”, afirmou Antonio.
Enquanto falava com a reportagem, Antônio embarcava para Vilhena, onde pretende tratar da prisão de seu funcionário e prestar esclarecimentos à justiça, uma vez que foi citado no processo, como quem teria contratado os quatro policiais militares envolvidos no caso, para aturarem como jagunços em sua propriedade.
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Autor:
Da redação
Fonte:
Folha do Sul
Publicado em 24 de Março de 2021, às 18:11