Assim como ocorreu há duas semanas, a chuva voltou a causar alagamentos em vários bairros de Vilhena na tarde deste domingo (23).

 

O primeiro temporal começou às 16h30 e durou menos de uma hora. Mas foi tempo suficiente para transformar em rio a avenida Melvin Jones, no bairro Cristo Rei.

 

Por volta das 17h, os carros trafegavam pela via com dificuldade. E ainda que os motoristas tivessem muito cuidado, vez ou outra os veículos afundavam em algum buraco encoberto pela água.

 

Somente os ciclistas e motociclistas mais corajosos se arriscavam a enfrentar a força da correnteza e o volume de água que cobria de fora a fora as duas pistas da principal avenida do bairro.

 

Os moradores mais prejudicados são os da parte baixa do bairro Cristo Rei, nas proximidades da Faculdade da Amazônia (Fama). No local, a enxurrada que desce do Jardim América e Jardim Primavera, principalmente pelas avenidas Curitiba, Tancredo Neves e Benno Luiz Graebin, invade os quintais das casas e deixa algumas delas ilhadas.

 

No início deste mês, dona Eunice Duarte da Silva, de 42 anos, moradora da Rua 743, no Cristo Rei, já havia reclamado da situação a que se sujeita em toda estação chuvosa: “Isso é uma vergonha. Esses buracos davam para ser resolvidos rapidinho. Bastava a  Prefeitura querer”.

 

A reportagem da FOLHA DO SUL também flagrou alagamentos na avenida Paraná (Nova Vilhena) e no final da avenida Presidente Nasser, no trecho  da avenida Curitiba  ao Conjunto Noêmia Barros (Jardim das Oliveiras).

 

Outros pontos críticos, como sempre, são alguns trechos da  avenida Celso Mazutti, em especial a esquina em frente ao Posto Bodanese e o entroncamento com a Melvin Jones.

 

Por volta das 17h30, a chuva deu uma trégua, mas, meia hora depois, tornou a cair com força por mais 15 minutos.