Órgãos públicos não se entendem sobre responsabilidade pelo serviço

Na manhã desta segunda-feira, 03, por telefone, uma empresária denunciou ao FOLHA DO SUL ON LINE uma situação que, além de provocar transtornos, ameaça a saúde pública em Vilhena: o recolhimento de animais encontrados mortos pelas ruas da cidade.

A denunciante contou que, hoje pela manhã, por volta das 9:30h, encontrou o cão sem vida em frente a sua empresa. Com cuidado, colocou o animal numa sacola plástica e ligou para a Vigilância Sanitária. Aí começou a “via-sacra”...

A atendente orientou a mulher a acionar a Secretaria de Obras, onde ela foi informada que o encarregado de recolher “bicho morto” é o SAAE, responsável também pela coleta de lixo na cidade.

Na autarquia, a empresária ouviu que deveria chamar a Paz Ambiental, empresa privada incinera dejetos e cobra pelo serviço.

Indignada, após cinco horas lidando com a carcaça animal, a denunciante ligou para o site e desabafou: “Ninguém sabe a causa da morte desse cachorro. E se foi alguma doença transmissível a humanos? A gente tá em risco. Isso sem contar que pagamos impostos para receber este tipo de serviço”