O vereador Célio Batista (PP) fez, na sessão realizada pela Câmara de Vilhena na terça-feira, 10, a indicação ao Executivo recomendando a construção de uma praça pública no Setor 73, que atenderia moradores do Conjunto Açaí, bairro Nova Esperança e Setor 23.
A iniciativa do parlamentar é relevante, pois a população precisa de espaços públicos que possibilitem a prática de esportes e lazer.
Mas, igualmente, ou até mais importante, seria a Câmara cobrar do Executivo o cumprimento das obras em execução no município dentro dos prazos estabelecidos, e a prestação de contas das verbas destinadas a estes empreendimentos, bem como a qualidade do serviço feito. 
Quem passa hoje pela avenida Paraná vê uma praça bonita, bem iluminada, mas esquece que houve um atraso de cerca de três anos na entrega da Praça do ginásio Geraldão.
Na mesma avenida, as obras de construção dos quiosques da Praça do Mensageiro estão paradas há meses.
Um caso mais recente, a Praça Marcos Freire, no Bairro de mesmo nome, iniciada em julho de 2012, tinha prazo de 90 dias para conclusão, mas até agora não foi terminada.
Quem passa pela “Praça” do Marcos Freire vê lixo acumulado e mato tomando conta do local.
Uma academia da terceira idade foi instalada no local, mas quem procura se exercitar à noite terá que fazer isso às escuras, pois a praça não tem iluminação. “Eu venho porque moro aqui em frente, qualquer coisa grito para meu marido, mas dá medo”, disse uma moradora.
Outro morador do local, que se identificou como Ronaldo, disse que quando foi para lançar a obra, as autoridades teriam prometido à população que as ruas no entorno da praça seriam asfaltadas. “O Rover não estava aqui, mas os secretários dele que estiveram aqui prometeram que as ruas seriam asfaltadas este ano, acho que não dá mais tempo né?”, brincou o morador.
O prazo de entrega da obra descrito na placa (que tirada do local) era o dia de outubro de 2012. O valor da obra era de quase R$ 80 mil. Mas, esse valor deve aumentar para que a praça seja concluída.