Quando policiais saíram do local, poluição sonora ficou ainda pior

Durante a tarde do domingo, 15, a Polícia Militar foi acionada duas vezes para lidar com casos de perturbação de sossego em Vilhena. Em uma das situações, a conduzida tentou agredir fisicamente os policiais, mas foi contida.

No primeiro caso, registrado na Cohab, a polícia foi solicitada por causa do alto volume do som de uma casa da vizinhança, acima do permitido. A testemunha contou que, constantemente, os vizinhos têm tido que lidar com a perturbação, e por isso solicitou a presença da polícia.

No local e em contato com o alvo da denúncia, um homem de 48 anos, ele se comprometeu a abaixar o volume. Como a música vinha de seu carro, ele foi orientado quanto à perturbação, e informado de que o barulho estava acima do permitido. Após acordo, a PM deixou o local.

Minutos depois, a central de operações recebeu novas ligações de vizinhos do mesmo local. Eles relataram que, logo após a polícia deixar o local, os organizadores do evento aumentaram o volume do som, mais do que estava na primeira denúncia.

De volta ao local, a guarnição constatou o que foi denunciado, porém, as pessoas que estavam na confraternização cercaram os policiais para impedir que alguma medida fosse tomada. Diante da situação, o dono de um dos carros onde a música estava ligada foi levado para a Unisp (Unidade Integrada de Segurança Pública).

Já na avenida Paraná, a guarnição se deparou com uma aglomeração de pessoas em frente um supermercado. Lá estava uma mulher que gritava e queria brigar com as pessoas que passavam pelo local.

Quando os policiais chegaram, ela foi em direção aos militares com socos e ponta pés. Por causa disso, foi necessário o uso de algemas para conter a mulher, que tem 49 anos. Ela foi levada para a Unisp, onde a ocorrência foi registrada e foram tomadas as medidas cabíveis.