Ao ser preso, suspeito deu nome falso à polícia
Teve início na nesta segunda-feira, 20, a segunda reunião periódica do Tribunal do Júri da Comarca de Vilhena, que irá julgar, até o dia 30 de junho, onze réus em nove processos por crimes contra a vida.
Hoje, estava no banco dos réus do Fórum Desembargador Leal Fagundes, o jovem João Paulo Vieira de Melo, 29 anos, acusado de tentativa de assassinato contra Robison Begnini, ocorrida em outubro de 2015.
Segundo os autos, passava poucos minutos da zero hora do dia 12 daquele mês, quando a vítima foi atingida por um golpe de faca do lado esquerdo do tórax. O crime aconteceu em frente à casa noturna Barzin, na Rua 603 do Parque São Paulo.
As suspeitas recaíram sobre João Paulo, que está preso desde a época do crime. Quando foi detido, ele disse que se chamava Flávio Vieira, depois é que se descobriu que havia dado nome falso.
O promotor de justiça Elicio Almeida e Silva entendeu que as provas existentes eram insuficientes para assegurar que João Paulo foi o autor do golpe que atingiu a vítima e pediu aos jurados a absolvição do réu.
Por usa vez, o defensor público George Barreto Filho reforçou aos jurados que as provas constantes nos autos não eram suficientes para uma condenação e pediu o reconhecimento da tese de negativa de autoria. E os jurados assim o entenderam e absolveram o réu da acusação.
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