Durante temporal, curto-circuito lançou fagulhas sobre o telhado da escola
 
 
Após uma reportagem do FOLHA DO SUL ON LINE levar a empresa Energisa a atender o pedido de uma escola pública de Boa Esperança, distrito pertencente a Chupinguaia, a diretora de uma instituição de ensino estadual de Vilhena pediu ajuda ao site para tentar resolver o mesmo tipo de problema (ENTENDA AQUI).
 
Por telefone, a professora Oracira Godinho explicou que a fiação da rede elétrica é uma ameaça constante aos 477 estudantes (310 presenciais) que frequentam o a escola Paulo Freire, no bairro Jardim Eldorado, em Vilhena.
 
Na tarde de terça-feira, 27, durante um temporal com ventania, os fios ficaram enroscando nos galhos, provocando um curto-circuito que lançou fagulhas sobre o telhado do estabelecimento educacional.
 
A própria diretora ligou no número da Energisa, mas a atendente disse a ela que não registraria a reclamação porque não foi fornecido o código da unidade consumidora.
 
Como as contas vão direto para o Governo do Estado, Oracira pediu o talão de um vizinho, passando o código e pedindo providências. A educadora diz que a companhia deveria fazer a poda das árvores, pois uma pessoa sem conhecimento poderia ser eletrocutada se tentasse executar o serviço.
 
MAL EDUCADA
Mas, segundo a denunciante, o momento mais humilhante, após a atendente se negar a registrar o primeiro pedido, foi a resposta dela quando Oracira questionou o que aconteceria se a omissão da empresa fizesse a escola ser incendiada pelo curto-circuito na rede elétrica. “Aí a senhora liga nos Bombeiros”, teria dito a mulher que atendeu a chamada da vilhenense.
 
 
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