Atualmente, são 40 bolos (ou 400 fatias) vendidos toda semana nas três feiras
 
Na tarde desta sexta-feira, 6, enquanto se esforçavam para atender a clientela cada vez mais numerosa na banquinha instalada na feira livre da praça Ângelo Spadari, no centro de Vilhena, o casal de comerciantes e a filha adolescente, que os ajudava, iam respondendo as perguntas feitas pela reportagem do FOLHA DO SUL ON LINE.
 
Antes de se dedicar exclusivamente à produção de bolos, a matriarca Solange Goulart, 43 anos, trabalhava em uma loja de calçados em 2014, quando fabricava as guloseimas por encomenda, mas somente após o expediente. Hoje, a confeitaria que ela montou para a produção artesanal, instalada no bairro Jardim Eldorado, usa a mão de obra de 5 pessoas.
 
Além da própria Solange, a filha dela, Maria Eduarda, uma adolescente de 14 anos, e o marido, Valdinei Oliveira, 43, também estão na linha de frente do negócio familiar. O companheiro, aliás, deixou o emprego como motorista há menos de um ano para ajudar a família.
 
Atualmente, são 40 bolos (ou 400 fatias) vendidos toda semana nas três feiras em que trabalham: no bairro Cristo Rei, na avenida Paraná e no centro. A clientela é fiel e não desanima, pois a fila para adquirir um pedaço, escolhido entre os 25 sabores, chega a chamar a atenção de quem observa o movimento na praça.
 
A família, que não esconde o entusiasmo com o empreendimento, evita revelar o faturamento. Mas é possível fazer uma estimativa com base no total de fatias vendidas e no preço de cada uma: as menores custam R$ 20,00, enquanto as graúdas saem por R$ 35,00.
 
Apesar da rotina cansativa, já que os bolos são fabricados na véspera de cada feira, a quantidade de pessoas dispostas a enfrentar sol e chuva aguardando para adquirir seu pedaço da “delícia caseira”, revelam que o negócio pode chegar ainda mais longe.
 
CLIQUE ABAIXO e assista vídeo gravado na praça.