Paralisação deve atingir 29 escolas da rede municipal na maior cidade do Cone Sul
Reunidos na noite desta quarta-feira, 02, cerca de 300 servidores da educação municipal decidiram deflagrar uma greve da categoria em Vilhena. A paralisação, que terá início em 72 horas (começando na quarta-feira, 09), é uma manifestação contra a decisão do prefeito Delegado Flori (Podemos), que concederá reajuste de 14,95% apenas para quem recebe abaixo do “piso nacional dos professores” (ENTENDA AQUI).
A greve estava sendo preparada para o mês de setembro, mas acabou sendo antecipada após Flori negar o reajuste para toda a classe. Não se sabe quanto tempo vai durar a greve, que atingirá as 29 escolas da rede municipal.
Com a paralisação, as aulas que eventualmente deixarem de ser ministradas terão que ser repostas em outro período. Caso a greve perdure por um período mais prolongado, estudantes municipais terão que voltar às escolas até nas festas de fim de ano e, dependendo da situação, o ano letivo pode se estender até 2023. Isso porque a legislação prevê que devem ser cumpridos 200 dias letivos durante o ano.
Além do magistério, ficou decidido na assembleia geral, realizada na sede do Sindicato dos Servidores Municipais do Cone Sul (Sindsul), que o funcionalismo chamado de “Classe D”, que inclui 14 funções (como fisioterapeutas, fonoaudiólogos e psicólogos) também vai fazer uma paralisação a parte para cobrar melhorias salariais.
Autor:
Da redação
Fonte:
Folha do Sul
Publicado em 02 de Agosto de 2023, às 19:13