Chamadas para números de emergência agora caem em Ji-Paraná
 
Uma região no centro da cidade, nas proximidades de onde foram cometidos dois dos crimes mais violentos da história de Vilhena, foi palco de uma intensa movimentação policial na manhã desta terça-feira, 18.
 
O congestionamento de viaturas aconteceu no cruzamento da avenida Capitão Castro com a rua Getúlio Vargas, perto de onde foram executados a tiros o empresário Moisés Jamantão e dentista Clei Bagattini. Nenhum dos dois crimes ainda foi totalmente desvendado pela polícia.
 
O FOLHA DO SUL ON LINE entrou em contato com o Corpo de Bombeiros, e a corporação confirmou ter sido acionada, junto com a Polícia Militar, para atender uma ocorrência envolvendo o suposto homicídio em um restaurante naquele local.
 
Após o aparato policial se deslocar e adotar medidas para interromper o tráfego de veículos nas duas vias públicas, foi constatado que a chamada feita para os números de emergência das duas instituições de segurança não passava de um trote.
 
AGORA É ASSIM
Sob críticas, tanto os Bombeiros quanto a PM mudaram a forma de receber ligações para casos urgentes em seus respectivos números 190 e 193. Agora, as chamadas são centralizadas na cidade de Ji-Paraná, que joga nos sistemas de ambas as corporações as ocorrências que devem ser atendidas imediatamente.
 
Esse tipo de “brincadeira”, feita através do telefone, além de causar transtornos e atrapalhar o trabalho de quem está em perigo, também configura crime.