Site conseguiu falar com duas profissionais, que foram arredias

Um leitor do FOLHA DO SUL ON LINE entrou em contato com a redação do site para denunciar que menores de idade poderiam estar oferecendo sexo numa página eletrônica que disponibiliza o serviço em Vilhena. Segundo o denunciante, que chegou a manter contato com uma das garotas de programa, a profissional tem cara e corpo de adolescente.

A reportagem acessou o endereço virtual e ligou para duas das profissionais do sexo que mantêm perfil na página eletrônica, com a descrição do atendimento que fazem. Ambas foram arredias e desligaram os celulares quando foram informadas de que se tratava de um veículo de imprensa.

No site, que reúne também “scort girls” de Porto Velho, stripper, travesti e até uma “balzaquiana” local de 40 anos, também anunciam seus programas. No caso das duas garotas entrevistadas, elas confirmaram ser moradoras de Vilhena.

O site, no entanto, não encontrou indícios de que menores de estivessem mantendo seus anúncios no serviço eletrônico. 

Os preços dos cachês das garotas variam: algumas cobram de R$ 150 a R$ 300 por hora e R$ 500 pela noite inteira de sexo. Apenas o travesti  exibe o rosto (as outras modelos mostram apenas o corpo, em trajes íntimos) e todos os profissionais usam identidades “fakes”, os famosos “nomes de guerra”.