Nota também menciona prejuízos causados pela paralisação da obra
O Sindicato Rural de Cerejeiras publicou, na semana passada, uma “nota de indignação” sobre o embargo judicial da construção do prédio da Associação Empresarial de Cerejeiras (ACIC) e da cooperativa financeira Sicoob Credisul.
Em abril deste ano, o Ministério Público entrou com uma ação pedindo o embargo da obra, questionando as permutas de terrenos feitas pela ACIC (na primeira permuta) e pela Sicoob Credisul (na segunda) com o município. Até o momento, porém, a causa não foi julgada no Fórum de Cerejeiras e a obra continua embargada.
Na nota, o Sindicato Rural de Cerejeiras enumera os prejuízos que “o longo período de embargo” tem causado para a população do município. A nota cita como prejuízos a perda de seis terrenos em que o município iria construir uma creche no bairro Anchieta. Explica-se: para construir a prometida creche, o município trocou uma faixa de terreno agregado ao prédio em construção da cooperativa em seis terrenos no mencionado bairro. Com o embargo, os terrenos permutados não podem ser destinados à creche.
A nota publicada pelo Sindicato Rural de Cerejeiras pede celeridade do julgamento do processo sobre o embargo da obra. O documento diz também que a instituição confia na integridade de caráter das diretorias das instituições envolvidas na permuta dos terrenos e nos gestores públicos da época da troca.
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Autor:
Rildo Costa
Fonte:
Folha do Sul
Publicado em 16 de Dezembro de 2019, às 17:49