Lúcia Borges Maggi 93 anos e começou a investir em soja na década de 1970, junto com o marido André, já falecido
 
Um vídeo que está “viralizado” na internet desde o início deste ano conta a história da mulher que está entre as três mais ricas do Brasil e comanda (mesmo sem ter cargo formal no gigante do agro), um império que fatura cerca de R$ 5 milhões anualmente.
 
Ostentando o sobrenome que virou sinônimo de soja, a empresária Lúcia Borges Maggi tem uma fortuna avaliada em R$ 30 bilhões. Ela e o marido, o falecido André Maggi, teriam chegado em Mato Grosso na década de 1970, quando passaram a investir em terras.
 
Fundador da cidade de Sapezal, uma das mais ricas do Estado vizinho, o casal Maggi prosperou (segundo o narrador do vídeo) no agro graças à teimosia da matriarca, que se recusou a voltar para o Sul do país.
 
A ela é atribuída a frase que forjou a família Maggi, quando decidiu que continuaria explorando a fertilidade das terras mato-grossenses: “Eu vim até aqui com você. Daqui, só ando para frente”.
 
Aos 93 anos, e morando em Rondonópolis, Lúcia Maggi é apontada como a responsável pela saída do filho, Blairo, ex-senador e ex-governador de Mato Grosso, da vida pública.
 
Atualmente, a Amaggi, o conglomerado fundado por Lúcia e o falecido marido, tem unidades no Brasil e no mundo. A empresa atua fortemente no Cone Sul de Rondônia, com um enorme pátio de caminhões em Vilhena, e milhares de hectares plantados em cidades da região.
 
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