Polícia negou autorização para chamar empresa investigada

Dois dias após uma devassa da Polícia Civil, que apreendeu documentos da empresa MWX, que prestava assistência ao SAAE, e constatar indícios de ilegalidade, a autarquia que cuida da distribuição de água na cidade está parada. Isso porque “deu pau” nos sistemas de informática cuja manutenção era feita pela empresa investigada. Relembre aqui.
De acordo com um funcionário do SAAE, o problema começou ontem e prossegue hoje, sem previsão de ser solucionado. O órgão até tentou obter da Polícia Civil autorização para chamar a própria MWX e resolver a situação, mas o pedido foi negado.
Conforme outro servidor, o pagamento mensal à empresa, que era sempre solucionada para resolver esse tipo de problema, é de R$ 5 mil por mês. “Disseram que a firma era fantasma e não prestava o serviço, mas agora vamos ter que contratar outra para a fazer mesma coisa e pagar bem mais caro”, ironiza o funcionário.