Servidores do colégio não sabia o que havia dentro do saco plástico preto
 
Um mistério: assim estava sendo encarado o conteúdo de um saco de plástico preto deixado “vazando sangue” nas proximidades da escola Martin Lutero, que fica no bairro Jardim América, tem mais de 300 alunos e faz parte da rede municipal de ensino, em Vilhena.
 
O material estava causando forte odor e prejudicando as aulas na instituição. Servidores começaram a perceber o “fedor” do material na manhã desta quarta-feira, dia 1º, mas moradores próximos dizem que o mau cheiro impregnava aquela região da cidade desde o domingo, 29.
 
Por causa da situação insuportável, e sem saber se o que havia dentro do saco, uma servidora da escola ligou para a Polícia Militar, que não foi ao local, mas passou os contatos de outros órgãos públicos com os quais a educadora demorou a conseguir falar.
 
Ao ligar para este site na tentativa de livrar os alunos da “fedentina” e identificar o conteúdo mal cheiroso, a denunciante disse que não sabia mais a quem recorrer, mas quando este texto estava sendo finalizado, uma equipe do SAAE apareceu na escola.
 
A autarquia responsável pelo fornecimento de água e a coleta de lixo na cidade verificou que era o material dentro do recipiente: pedaços de carnes vermelhas e de frango, que começaram a deteriorar. Ainda não há pistas sobre quem deixou o saco no local.