A determinação da Promotoria de Justiça para que fossem removidos em no máximo 30 dias, contados da data em que fossem notificados, todos os vendedores “ambulantes” que trabalham com barracas permanentes em calçadas e praças de Vilhena, assim como fossem demolidos os pontos de mototaxi em iguais condições, causou preocupação em dezenas de famílias cujos chefes exercem estas atividades informais para sobreviver.

Uma rápida ação política coordenada, porém, obteve a suspensão provisória da medida, em troca de o prefeito Zé Rover (PP) apresentar uma alternativa legal à ação da justiça.

Saiba qual é a alternativa na edição impressa da FOLHA que circula neste sábado.