Dono de loja do ramo em Vilhena comemora flexibilização
 
 Teve início no domingo, 15, as restrições da pesca em todas as bacias hidrográficas do Estado de Rondônia, das espécies Pescada, Surubim, Caparari, Piratinga, Jatuarana, Dourado, Filhote e Pirarara.
 
A proibição da pesca que ocorre todos os anos para garantir a reprodução dos peixes na época da piracema e já vem desde outubro, com as restrições apenas das espécies Tambaqui e Piracuru. Este ano teve uma mudança devido ao baque que as restrições da pandemia causaram na rotina dos rondonienses e nos comércios voltados para o ramo.
 
Apesar das restrições, os amantes da pescaria esportiva terão um alívio, porque a prática continua liberada para até 5 kg para consumo no local, das espécies Pacu, Piau, Mandi, Barbado, Traíra, Piranha e Tucunaré, porém, somente na bacia do rio Guaporé.
 
No ramos do comércio voltados para pesca esportiva e profissional há 05 anos, o ex-vereador Ronaldo Alevato, proprietário de uma das casas de pesca mais populares de Vilhena (Armazém do Pescador), afirma que a flexibilização com relação à pesca esportiva é de grande valia para o comércio, uma vez que o ramo teve que fechar nos primeiros meses da pandemia e o prejuízo foi significativo.
 
“A liberação da pesca esportiva vai ajudar muito o comércio, que já vem sofrendo com a pandemia e também no lazer dos vilhenenses, pois muitos filhos que estudavam fora voltaram para casa por causa do encerramento das aulas presenciais e as famílias não podem ficar trancadas em casa”, afirmou Ronaldo.