A primeira-dama e secretária municipal de Assistência Social de Vilhena, Lizangela Rover, comanda os preparativos para a programação do evento em homenagem ao Dia Internacional da Mulher, que acontece neste sábado, 07 a partir das 16h.  Lizangela comentou que a equipe está trabalhando os últimos detalhes da festa. “Esperamos reunir mais duas mil mulheres, como tem sido o sucesso dos últimos anos. Será uma linda festa”, disse. 

Mis de 500 brindes foram doados pelo comércio local para serem sorteados durante o evento. Também haverá duas rodadas de bingo, sendo que na primeira as participantes concorrerão uma TV de plasma e, na segunda, a uma geladeira. A primeira-dama destacou ainda como atração da festa o show musical com apresentação de cantoras locais, além de lanche e diversão.  

Lizangela convidou todas as mulheres de Vilhena para prestigiarem o evento e informou que será disponibilizado transporte para levá-las até o Parque de Exposição, local da festa. A rota é a mesma que o ônibus dos idosos realiza. Um espaço será reservado às crianças aos cuidados da equipe da Semas para as  mães poderem  aproveitar o dia. 

 

MARCHA DAS VADIAS 

 

Durante entrevista concedida a uma emissora de rádio na manhã desta sexta-feira, 06, a primeira-dama falou sobre as conquistas das mulheres nos últimos tempos. Também comentou sobre a luta diária da Assistência Social do Município no combate à violência contra a mulher, bem como as ações que visam resgatar a dignidade daquelas que sofrem com agressões dos parceiros. 

Quanto à “Marcha das vádias”, evento que também acontece neste sábado,  em seu depoimento, Lizangela desaprovou o movimento, dizendo que essa não é melhor maneira de as mulheres lutarem por seus direitos. “Respeito quem idealizou o movimento, porque com certeza teve seus motivos, porém, se estamos falando de respeito, dignidade e paz, não é com esse tema que temos que defender a bandeira”, argumentou. 

 

CONTRA O ESTUPRO

 

A Marcha das Vadias ou Marcha das Galdérias, que surgiu a partir de um protesto realizado em 2011, em Toronto, no Canadá, e desde então se internacionalizou, sendo realizado em diversas partes do mundo, protesta contra a crença de que as mulheres que são "vítimas de estupro" teriam provocado a violência por seu comportamento. Por isso, marcham contra o machismo, contando sobre os seus próprios casos de estupro. As mulheres durante a marcha usam não só roupas cotidianas, mas também trajes considerados provocantes, como blusinhas transparentes, lingerie, saias, salto alto ou apenas o sutiã.