O presidente regional do Partido Humanista da Solidariedade (PHS) e pré-candidato ao Senado, Herbert Lins (FOTO), tranqüilizou o partido esta semana quanto a uma entrevista concedida pelo pré-candidato ao governo pela legenda, Melki Donadon ao jornal FOLHA DO SUL na semana passada, na qual afirma que “estamos conversando com vários partidos, inclusive o próprio PMDB”, de onde ele saiu e com o qual não estaria rompido, “muito pelo contrário”. De acordo com Lins, que enviou manifestação por e-mail ao site, as declarações de Melki geraram uma preocupação desnecessária a alguns membros da Executiva Regional e parte da militância do PHS no Estado.
Muito tranqüilo, Herbert Lins defendeu, apesar de estar ainda muito abatido pelo brutal assassinato do vereador Jefferson Pipi, do PHS, ocorrido em Alto Paraíso dias atrás, que “será muito difícil o partido construir uma aliança com o PMDB, que tem grandes veias abertas a prática da corrupção no país, pois aqui mesmo em Rondônia, o PMDB já teve a oportunidade de administrar por duas vezes o Estado e qualquer servidor mais antigo lembra-se dos meses de salários atrasados e as práticas corruptivas nas entranhas do erário público, fatos não muitos diferentes na atualidade por parte dos seus parlamentares no Congresso Nacional segundo seus próprios pares”.
“Sempre acreditei que eleição não se faz em gabinetes fechados, mas combinando com o povo e o ex-prefeito de Vilhena, Melki Donadon, veio para o PHS para ser pré-candidato ao governo, não existindo outra hipótese, pois ele deverá seguir um projeto de campanha a partir de janeiro, que estamos construindo no âmbito partidário”. Herbert Lins disse ainda que enquanto for ele o presidente regional do PHS, não permitirá que o partido seja “arrombado como boi pelo PMDB”, que é o maior partido de aluguel do Brasil, apesar da coincidência de que “uma arrouba representa 15 (número da legenda) quilos de peso vivo ou morto”.