O presidente do Banco da Amazônia (Basa), Valmir Rossi, e o diretor comercial da instituição, Wilson Evaristo, estiveram na cidade nesta quarta-feira, 13, quando se reuniram com empresários do Cone Sul de Rondônia no auditório da Associação Comercial e Empresarial de Vilhena (ACIV). O encontro de negócios teve como pauta a apresentação das linhas de crédito para os setores produtivos e oportunidades de investimentos em 2015.

Valmir Rossi conversou com a reportagem do FOLHA DO SUL ONLINE e falou sobre a atual situação do Brasil e das perspectiva do banco que preside com relação a Rondônia. “Nossa avaliação é que não estamos em uma crise, estamos num momento de ajustes necessários, é importante estarmos gerando um superávit para que o país possa continuar crescendo”, pontuou. 

Rossi deixou claro que o Banco da Amazônia enxerga a Região Norte como um foco de oportunidades, tanto que, nas palavras dele, “o nosso orçamento de crédito para esse ano está em torno de 15% acima do ano passado, quando atuamos com um total de pouco mais de R$ 7 bilhões. Em 2015, passamos de R$ 8 Bilhões”, frisou.

E o agronegócio é parte importante destas oportunidades as quais Rossi fez menção. Para o executivo, o Brasil é um grande fornecedor mundial de alimentos e a Região Norte tem um potencial muito grande, e neste ponto o Estado de Rondônia vem se destacando cada vez mais. “Rondônia é um Estado pelo qual o Banco da Amazônia tem um carinho muito grande. No ano passado investimos aqui mais de R$ 1 bilhão de crédito de fomento, mais de 60% do crédito de longo prazo em Rondônia é via Banco da Amazônia, ou seja, nós somos muito importantes para o Estado e o Estado é muito importante para nós”, concluiu.

Rossi revelou que o índice de inadimplência em Rondônia é muito menor do que o registrado em outros Estados. E isso é pesado na hora de decidir sobre investimentos futuros. 

Para o presidente da Aciv, Josemário Secco, a visita do presidente do Banco da Amazônia a Vilhena mostra a importância que o município tem para a instituição que há muitos anos vem fomentando o investimento no agronegócio. “Os investimentos do Basa injetam dinheiro na economia local gerando divisas que levam a novos negócios”, disse Secco.