Crescente onda de apreensão e medo toma conta de pequenos produtores rurais que vivem há mais de 20 anos no entorno de Vilhena por causa de despejos judiciais, a maioria por alegada falta de documentação, a chamada “regularização fundiária”.

 

As pressões se dirigem, por exemplo, contra “parceleiros” da Linha 130, uma das mais valorizadas no “cinturão verde” da cidade, por causa da proximidade da zona urbana, da grande oferta de recursos hídricos e dos constantes benefícios ali implantados pelo Poder Público.

 

A denúncia foi feita pelo presidente do Conselho Municipal de Desenvolvimento Rural de Vilhena (CMDR), Udo Wahlbrink, que também preside o Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais de Vilhena e Chupinguaia (STTR).

 

Udo alertou para a questão na reunião mensal do CMDR, ocorrida na manhã de segunda-feira, 5/9, no auditório da Prefeitura Municipal.

 

Saiba mais sobre o assunto na edição impressa da FOLHA que circula neste sábado.