Mulher de 35 anos pediu ajuda porque acha que está grávida

A Secretaria Municipal de Assistência Social (Semas) de Vilhena, está adotando medidas para retirar das ruas da cidade o número cada vez maior de andarilhos e usuários de drogas. Em diferentes pontos da cidade, em especial nas proximidades da estação rodoviárias, são encontradas pessoas que, por causa da dependência química ou de transtornos mentais, vivem perambulando, maltrapilhas e famintas.
Contando com psicólogos e assistentes sociais, a Semas aborda os sem-teto e, após entrevistá-los, entram em contato com as famílias dos que moram em outras cidades. Os que têm parentes em Vilhena são devolvidos às respectivas famílias.
Entre os casos que chamaram a atenção das autoridades locais está o de uma mulher de 35 anos, que dormia na feira livre do BNH. A própria usuária, que diz ser dependente química desde os 16, procurou ajuda na Semas para tentar se livrar do problema. O que a teria motivado a buscar apoio contra o vício é a que ela acredita estar grávida.
Após exames, a mulher, cuja identidade é mantida em sigilo, será encaminhada para uma entidade na cidade de Presidente Médici, que acolhe mulheres. A única instituição que acolhe pessoas nesta situação em Vilhena é a Trindade Santa, ligada à Igreja Católica, que só recebe pacientes homens.