Na entrevista que concedeu ontem ao FOLHA DO SUL ON LINE, quando falou da onda de violência que atinge Vilhena nos últimos meses, o prefeito Zé Rover (PP) fez questão de se posicionar a favor de uma medida polêmica.

Mesmo reconhecendo que a lei que trata da questão é federal, o prefeito defendeu o direito dos comerciantes poderem manter armas em seus estabelecimentos: “Sabendo que o empresário está armado, o ladrão pensará duas vezes antes de atacar”, raciocina o mandatário.

O prefeito, que já atuou no segmento varejista, apresentou uma sugestão que, segundo garante, pode ajudar a conter os roubos aos comércios. “Quando eu tinha o supermercado, pagava um guarda. No caso dos comerciantes que não puderem custear a despesa sozinhos, eles podem se unir para bancar o vigilante”, propõe.

 

LEI DO CAPACETE

 

Rover também disse que pretende elaborar um projeto de lei que poderia ajudar a reduzir os assaltos na cidade, quase todos praticados por marginais usando motos.

Pela proposta, será proibido ao motoqueiro entrar em qualquer empresa usando o capacete. “Vamos propor que, ao estacionar a moto, a pessoa deixe o capacete junto com o veículo. Quem usar o equipamento fora do estacionamento será considerado suspeito!”