Como foi noticiado pelo FOLHA DO SUL ON LINE, a cidade de Cerejeiras poderá ganhar uma rodoviária nova em breve. No último dia 5 de abril, o deputado federal Natan Donadon, do PMDB, esteve no município e entregou ao prefeito Airton Gomes, do PP, uma emenda no valor de R$ 1 milhão para iniciar a obra.
Pelo orçamento da administração, o novo terminal rodoviário vai custar em torno de R$ 2 milhões. Segundo informações de um dos aliados do prefeito progressista, o próprio Natan Donadon teria prometido outra emenda de mais R$ 1 milhão para o término da obra.
O local da nova rodoviária será onde hoje está o prédio da Secretaria de Estado da Fazenda, a Sefaz (FOTO). O terreno fica quase em frente à Paróquia Cristo Salvador, próximo a atual rodoviária.
Mas, de acordo com informações levantadas pelo site, há um dilema para ser resolvido antes de se construir o terminal rodoviário no local onde está hoje a Sefaz.
A administração da Sefaz diz que aceita sair do local se for para um terreno baldio que existe próximo à Agência de Defesa Agrosilvopastoril de Rondônia, a Idaron. Mas o terreno que faz vizinhança ao escritório da Idaron na cidade pertence à Associação dos Deficientes Físicos de Cerejeiras.
Os associados da Associação afirmam que até aceitam ceder o terreno para o novo escritório da Sefaz, mas em troca de outro de igual tamanho. O presidente da Associação dos Deficientes, Wilmo Rios, afirma que não vê problema em trocar o terreno em outro, mas precisa conversar com o restante dos associados. “Não é difícil resolver as coisas com o Airton Gomes nem com os associados. É duas conversas”, diz.
A prefeitura de Cerejeiras já ofereceu outro terreno em troca do lote dos associados, mas a propriedade oferecida pela gestão municipal tem valor comercial inferior e fica mais afastado do centro. Mas o presidente da Associação dos Deficientes não vê problema nesta questão. “Não estamos calculando preço de terrenos e nem precisamos de centro. Mas é claro que esperamos um apoio da prefeitura em troca, pois os associados precisam do poder público”, diz Wilmo.