Grupo que definiu apoio aos dois nomes tem prefeitos de partidos diferentes
 
O FOLHA DO SUL ON LINE apurou que, após reunião em um hotel de Vilhena na semana passada, os 7 prefeitos do Cone Sul de Rondônia “bateram o martelo” em relação às disputas pelo Senado e o Governo do Estado este ano.
 
Embora a decisão deva ser anunciada apenas nos próximos dias, a reportagem confirmou que o grupo de prefeitos, optou por aderir aos nomes do senador Marcos Rogério (PL) para governador; e da deputada Sílvia Cristina, do PP, para o Senado.
 
O time é heterogêneo, formado por três prefeitos do União Brasil (Cerejeiras, Corumbiara e Pimenteiras), um do MDB (Cabixi), um do PL (Colorado do Oeste), outro do PP (Chupinguaia) e o último do Podemos (Vilhena).
 
O vilhenense Flori (FOTO), que chegou a ser cogitado como postulante ao Governo, aparentemente se sentiu à vontade para exercer sua independência político/eleitoral após o líder de seu partido, o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes, estimular uma “guerra” dentro da agremiação, colocando “um delegado para brigar com o outro” -no caso, o próprio Flori, da PF, e Rodrigo Camargo, da Civil.
 
E, nos bastidores da política rondoniense, informações dão conta de que  Léo estaria tentando “cavar uma “boquinha” de vice junto a Adailton Fúria, o prefeito de Cacoal que deverá renunciar esta semana para anunciar sua candidatura ao Palácio Rio Madeira pelo PSD.
 
O prefeito da capital, no entanto, pode sair chamuscado da disputa, caso a nominata que está formando não eleja nenhum deputado federal. A direção nacional do Podemos definiu como prioridade garantir pelo menos uma cadeira de Rondônia no Congresso Nacional.