O tenente-PM Jonas Soares Filho considera que a taxa criada sob o título de COSIP (Contribuição Social de Iluminação Pública) em Vilhena é abusiva. “Eu pago mais de R$ 20,00 ao mês, e no poste que fica em frente a minha casa há pelo menos mais duas ligações de outras residências. Se eles pagam o mesmo valor, são R$ 60,00 de custeio do funcionamento de uma lâmpada, coisa que não concordo”, diz.

 

Segundo o militar, na representação local da Eletrobrás (antiga Ceron), a informação que obteve é a que os contribuintes que vivem em áreas onde a concentração de pessoas é mais densa os consumidores têm que arcar com as despesas de locais iluminados onde não vive ninguém, caso dos loteamentos que estão sendo lançados na cidade. “isso não é justo”, considera Soares.

 

O oficial também destaca que, em função de defeitos, há muitos postes da cidade onde as lâmpadas ficam acesas durante o dia, desperdiçando energia. Andando com o policial no Jardim América, nas imediações da Colônia Penal, a reportagem encontrou no mesmo quarteirão três situações como a citada, comprovando o informe de Soares.