Nos próximos dias, a Prefeitura de Vil hena deve inaugurar oficialmente a praça (ainda sem nome) construída no bairro São José.
Não há dúvida de que a obra, que custou quase R$ 290 mil, trará aos moradores daquela região opções de esporte e lazer, já que a praça conta com arena de vôlei,pista de caminhada, parque de diversões e Academia da Terceira Idade (ATI), com mais de 13 equipamentos instalados ao ar livre.
O espaço é amplo, bem iluminado e com certeza deve ser bem aproveitado pela população do São José, que, diga-se de passagem, merece um espaço assim.
No entanto, as populações de outros bairros também são merecedoras de um local similar. E nesse ponto a administração municipal está deixando a desejar. Poucos, ou nenhum, são os projetos de espaços de lazer para os bairros de Vilhena.
A exceção, talvez a única, é a Praça Marcos Freire, em construção no bairro de mesmo nome e que deve contar com uma arena para a prática de vôlei ou futebol. E que já tem instalada uma ATI.
Mas, as obras estão atrasadas em mais de 30 dias, e segundo moradores próximos ao complexo, a mais de 15 dias que nenhum operário é visto no local.
Outra reclamação dos moradores é quanto à fragilidade dos aparelhos da academia instalada a cerca de 40 dias e que já teve alguns aparelhos reformados e outros estão quebrados, impossibilitando o uso e pondo em risco pessoas que desconheçam o problema.
Mas, não é somente a construção da Praça Marcos Freire que está com o cronograma atrasado. Outras obras como a da Praça do Ginásio Geraldão, na Avenida Paraná, também estão na mesma situação. Segundo informações a praça do Geraldão era para ter sido entregue em 2011, mas obras ainda não foram concluídas.
Outro caso é o das obras de pavimentação asfáltica e drenagem pluvial das avenidas Tancredo Neves e 1.705, nos bairros Bodanese e Jardim Primavera, respectivamente, que deveriam ter sido entregues a população no mês de junho deste ano, e ainda têm boa parte a ser feita.
Moradores não acreditam que essas obras sejam concluídas neste ano. “Deve ficar para o ano que vem. Agora começa o período de chuvas e ninguém trabalha nesta época”, ironiza Sebastião de Assis Santos, morador de uma das avenidas.
A reportagem entrou em contato com as secretarias municipais de Obras e Planejamento, e foi informada de que o responsável pela obra seria um engenheiro de nome Eduardo. No entanto, diversas tentativas foram feitas e a expectativa de um contato com profissional, não se concretizou.
Mas, o FOLHA DO SUL ON LINE abre espaço à administração municipal, na pessoa do próprio Eduardo, engenheiro responsável pela obra, ou de outra pessoa ligada ao primeiro escalão da Prefeitura, que possa esclarecer os motivos que causam esses atrasos nas obras, bem como da denúncia de fragilidade dos aparelhos da academia.