Ações já se tornaram tradição nos últimos dias
Espécie de tradição em Vilhena nos últimos dias, as prisões feitas pela Polícia Federal nos finais de semana estão motivando até apostas na cidade. Através das redes sociais e de aplicativos de celular, grupos discutem abertamente quem será o próximo alvo das ações da PF.
Hoje mesmo, às vésperas do prazo fatídico para novas operações, é visível o clima de apreensão que paira entre servidores e empresários que mantêm contratos com o município. Previsões sobre conduções e interrogatórios são feitas com base em indícios e fatos, mas também em pura maledicência.
O fato é que, antes mesmo do “bote” dos agentes da PF, advogados já ficam sabendo ao menos que alguém vai “em cana”. Isso porque o sistema da justiça federal na internet avisa quando um pedido de prisão é protocolado. O problema é que não é possível saber contra quem os mandados são emitidos.
E a TPF (Tensão Pré-Federal) abala os nervos de quem realmente tem motivos para se preocupar. Advogados são mantidos de prontidão e malas com roupas e produtos de higiene pessoal são preparadas com antecedência por quem acha que é a “bola da vez”.