Com Rocha e Caiado, o PSD passa a ter seis governadores, liderando o ranking dos partidos na administração dos Estados brasileiros
 
Além de dominar as manchetes em Rondônia, a notícia de que o governador Marcos Rocha deixou o União Brasil e se filiou ao PSD, foi destaque também nos principais veículos de comunicação com projeção nacional no Brasil.
 
Rocha segue os mesmos passos do governador goiano, Ronaldo Caiado, que, na última terça-feira (27), foi anunciado como pré-candidato a presidente pela sigla comandada nacionalmente pelo cacique Gilberto Kassab. O FOLHA DO SUL ON LINE noticiou a mudança.
 

Com Rocha e Caiado, o PSD passa a ter seis governadores, liderando o ranking dos partidos na administração dos Estados brasileiros. Policial militar, o coronel foi reeleito ao governo de Rondônia em 2022, com o apoio do ex-presidente da República Jair Bolsonaro (PL). Ele deixará o cargo em janeiro de 2027, após oito anos de mandato.
 
“Com o convite do Kassab, do governador do Paraná, Ratinho Junior, e do Caiado, que acabou de chegar ao PSD, eu aceitei mais este desafio para que Rondônia possa ter o meu sucessor para dar continuidade ao trabalho [...] Tenho paz em não ser candidato neste momento para escolher os candidatos ao Senado e os candidatos a deputados estaduais e federais”, disse Rocha em entrevista à Record News.
 
Questionado sobre as eleições de 2026, o governador negou a pré-candidatura ao Senado, caminho que deve ser seguido por parte dos governadores em fim de mandato no país. “Apesar das pesquisas mostrarem que eu estou à frente, tenho tranquilidade para poder ajudar politicamente meu Estado e o país. Daqui a quatro anos, a gente pode se candidatar novamente”, respondeu o governador Marcos Rocha.
 
Outro governador que chegou na última semana ao PSD, vindo do União Brasil, Caiado foi anunciado por Kassab com o status de presidenciável, posicionando a sigla como a principal legenda de centro na corrida presidencial — o partido ainda tem os pré-candidatos à Presidência Ratinho Junior e Eduardo Leite, governadores do Paraná e do Rio Grande do Sul, respectivamente.