Personagens comuns nos grandes centros urbanos, os moradores de rua começam a fazer parte do cotidiano em Vilhena, considerada uma das cidades mais prósperas de Rondônia. Embora não sejam muitos, os sem-teto já chamam a atenção, mas despertam pouca solidariedade: afora uma ou outra alma caridosa , que ajuda alimentar esses peregrinos, poucas iniciativas são adotadas para livrá-los dos perigos e do desconforto da vida insalubre sob o sol e a chuva.
O jornal FOLHA DO SUL foi às ruas e conversou com dois dos sem-teto que perambulam pela cidade. Ouviu de cada um histórias de privações e de preconceito. A matéria completa, assinada pelo repórter Rogério Perucci, está na edição impressa do semanário, em circulação a partir deste sábado.