Conforme já foi noticiado por este site, o consumo de água mineral tem aumentado nos municípios interioranos do Cone Sul. Consumidores compram apenas a água destinada ao consumo por ingestão, ou seja, para beber.
O principal motivo é que a população do interior não está satisfeita com a água distribuída pela Companhia de Águas e Esgotos de Rondônia, a Caerd, nos municípios onde ela atua. A água distribuída pela Caerd é tratada em estações onde e é adicionado o cloro, que deixa o líquido com sabor desagradável.
A alternativa encontrada tem sido a compra da água mineral. Cada galão já está custando R$ 7. As empresas do setor comemoram a alta do consumo do líquido.
Mas, na cidade de Cerejeiras, consumidores tem encontrado uma terceira alternativa. É cada vez maior a quantidade de pessoas que vão pegar água no poço artesiano do Centro Estadual de Educação de Jovens e Adultos, o Ceeja (FOTO).
Tempos atrás, exames de água dos poços artesianos de vários órgãos públicos de Cerejeiras comprovaram que o produto retirado destas áreas perfuradas é mais limpa. A escola fica longe de outros órgãos, distante de qualquer fossa ou depósitos de lixo.
A direção da escola não proíbe que os cidadãos peguem água na escola. As pessoas entram pelo portão e pegam a água numa torneira que está fixada no lado interno do muro.
Autor:
Rildo Costa
Fonte:
FS
Publicado em 12 de Abril de 2013, às 17:19