Jovem nega prática e teme que fofoca chegue à família
 
Num região em que começam a proliferar as garotas de programa, caso do Cone Sul, os comentários sobre os serviços das profissionais, feitos pelos usuários em grupos de WhatsApp, podem render transtornos mesmo para quem não é do ramo.
Foi o que aconteceu, na semana passada, com uma jovem modelo, que teve seu nome exposto nas conversas virtuais e só ficou sabendo que estava sendo confundida com uma scort girl quando a informação chegou a alguns amigos.
A moça, que chegou a fazer um desabafo sobre a situação em seu perfil numa rede social, disse que estava sendo acusada de ter ido a um motel com duas amigas e alguns “homens velhos e casados”. Ao rebater a calúnia, fez questão de dizer que, embora tenha já recebido propostas, nunca fez sexo por dinheiro, muito menos com mais de uma pessoa ou que envolvesse outras mulheres.
 Em entrevista ao FOLHA DO SUL ON LINE, pedindo para ter seu nome preservado, a vítima do falatório disse que pretende avisar à mãe sobre o boato, antes que ele chegue e a envergonhe publicamente. 
Moradora de uma cidade da região, a jovem diz que se mantém sozinha, vendendo roupas, e estuda, não dispondo de tempo para a atividade da qual é acusada. Segundo ela, a fofoca foi disseminada em outra cidade, mas mesmo assim, tem lhe rendido constrangimentos, já que seu nome é mencionado também em rodas de conversas de boteco.