“Vai tomar no cu, você não é meu pai”, teria dito o garoto
Após a grande repercussão provocada por uma reportagem do FOLHA DO SUL ON LINE publicada hoje, o médico denunciado na polícia e acusado de agredir uma criança de 12 anos ligou na redação e contou sua versão (RELEMBRE O CASO).
Alegando os transtornos e constrangimentos que vem enfrentando, mesmo sem ter sua identidade divulgada, o profissional de saúde negou veementemente ter agredido o menino.
Conforme a versão do entrevistado, ele estava na praça próxima à Câmara de Vereadores, onde foram instalados brinquedos, quando percebeu o menino de 12 anos tentando destruir os equipamentos e derrubando crianças menores que estavam no local.
Quando garoto derrubou, pela terceira vez, o filho do médico, que tem apenas 03 anos, ele resolveu reagir e chamou a atenção do menor, informando inclusive que os brinquedos não eram para a idade dele.
A reação do menino foi malcriada e violenta. Após disparar “vai tomar no cu, você não é meu pai”, segundo o médico, o pré-adolescente deu um soco em seu rosto, só não acertando o segundo porque ele desviou do golpe.
Para encerrar o ataque, o médico disse ter empurrado o garoto, negando ter tentado enforca-lo. Neste momento, uma mulher apareceu e disse que iria ligar para a mãe da criança.
O médico, então, telefonou para a esposa, pedindo que ela buscasse o filho dos dois, e se sentou em sua cadeira, esperando a mulher chegar.
Quando a mãe apareceu, o profissional relatou todo o ocorrido, e explicou que, antes de ser agredido, ainda tentou encontrar no local o responsável pelo menino, mas não achou ninguém.
O próprio médico orientou a mãe a registrar na queixa na polícia e submeter o filho a exame. Segundo ele, a perícia médica encontrou apenas arranhões, provavelmente decorrentes da queda, sem nenhum sinal que confirmasse a agressão alegada na denúncia.
Autor:
Da redação
Fonte:
Imagem ilustrativa
Publicado em 09 de Julho de 2021, às 13:59