Mais que estagnar a economia local, a especulação imobiliária provoca um outro efeito colateral em Vilhena: o aumento do número de terrenos baldios, que além de deixar mais feia a área urbana ainda ameaça a saúde pública, já que os imóveis mal cuidados viram criadouros de insetos transmissores de doenças.
Matéria exclusiva assinada pelo repórter Herbert Weil e publicada na edição do jornal FOLHA DO SUL que circula a partir deste sábado, mostra que existem hoje na cidade dois mil lotes em desuso.
“Geralmente as pessoas compram para investir e pedem um valor muito alto na hora da venda. Aí o terreno fica parado por anos. No centro é onde o problema fica pior. Muitas vezes, o dinheiro necessário para comprar um terreno no região central é o mesmo que se investiria na aquisição de uma área em um loteamento e, ao mesmo tempo, a construção de uma casa. Quem deseja construir, está optando pelos loteamentos devido a isso”, explica um corretor imobiliário.
Leia a reportagem completa na edição impresso do semanário, nas ruas em toda a região a partir da amanhã.